Nunca gostei de Campari. E quando o Aperol começou a dar as caras no Brasil, com a mesma cor e a mesma nacionalidade do primo enjeitado,  torci o nariz para ele.  E demorei para provar um Aperol Spritz. Por muito insistência da cunhada Caroline, acabei experimentando a versão do L’Entrecôte de Ma Tante, restaurante predileto da minha sobrinha Sophia. E churrasco vai, churrasco vem, aprendi a fazer a versão da Caroline e daí fiz a minha, que é a que segue abaixo. Adoro fazer Aperol Spritz para os meus convidados. Quem já veio aqui e já tomou o meu, é um gesto de carinho viu gente? :-D

E o Campari nesta história? Bom, neste último fim de semana recebi de volta e de braços abertos o primo enjeitado do Aperol. Provei na casa do José e da Zaíra um drink adaptado de um livro muito bacana, o Recetas para Compartir da Juliana López May (um livro do qual ainda vou postar muitas receitas aqui, lindo e delicioso), no qual junta-se o Campari com suco de laranja. A minha versão predileta está abaixo. Com suco de mexirica, claro.

Vale a pena provar os dois. E aqui termina o meu pequeno tratado dos drinks cor-de-laranja :-P

Aperol Spritz do Rosmarino

Em uma taça flute, colocar “um dedo” de Aperol e dois cubos de gelo. Completar com espumante brut. Finalizar com uma fatia fina de mexirica.

 

Campari con naranja do Rosmarino

Em um copo alto, colocar uma dose de Campari e cubos de gelo. Completar com suco de mexirica batido e coado.

 

Enjoy!

Em casa todo dia no almoço o cardápio é o mesmo: salada de alface + rúcula + tomate (às vezes pepino e couve crua, da qual o Mike gosta), uma verdura refogada (abobrinha, berinjela, couve-flor, brócolis, chuchu, abóbora cabocha, vagem + cenoura, couve, etc.), arroz, feijão e uma proteína (carne de boi ou porco, frango, omelete, peixe).

Assim, à noite no jantar ninguém quer ver arroz e feijão pela frente. Já tentei emplacar no jantar as sopas, mas só eu gosto (por mim, jantaria sopa + pão todos os dias da minha vida!). Já tentei os grão integrais, como grão-de-bico, quinoa, cevadinha, arroz ‘sete grãos’… Mas nem isto deu muito Ibope aqui. No fim ficamos nas batatas, no macarrão, nas tortas e tudo acaba  meio engordativo demais. Acabei negociando um jantar de arroz e feijão e um jantar só de carne + legumes semanalmente. O negócio anda funcionando, mas preciso sempre bolar legumes com uma ‘cara glamour’ – e às vezes um qual o quê de carboidratos – senão não vai mesmo.

Esta abobrinha foi um dos legumes que mais fez sucesso por aqui. Tirei a ideia de uma receita que minha prima carioca Ciça republicou na sua página no Facebook. Todos amaram e quando faço não sobra uma rodelinha para contar história :-P

Abobrinha crocante

2 abobrinhas
2 col (sopa) de azeite + azeite para untar a forma
2 dentes de alho espremidos
1 pão francês amanhecido congelado (importante porque assim fica mais fácil ralar na hora!)
sal e pimenta-do-reino a gosto
2 a 3 col (sopa) de queijo parmesão ralado

Pré-aquecer o forno a 180ºC. Untar levemente uma assadeira. Lavar e fatiar as abobrinhas. Arrumar as rodelas na assadeira. Reservar. Ralar o pão francês. Em uma frigideira, aquecer o azeite e dourar levemente o alho. Juntar o pão ralado e mexer até ficar uniforme. Desligar o fogo. Com uma colherinha, colocar esta mistura de pão ralado sobre as abobrinhas. Polvilhar o queijo ralado. Levar ao forno sem cobrir por 30-40 minutos ou até dourar.

Papo vai, papo vem…  juntamos uma turma de viajantes que adora cozinhar e fizemos em casa um jantar Gourmet Viajantes :-D

Tudo começou quando finalmente conseguimos agendar uma data para cozinhar com o Edu e a Dé e o Eymard e a Lourdes. A data escolhida já estava agendada pelo Edu e pela Dé para jantar com o Fred e a Nat. Nada melhor que juntar os dois programas :-P

O jantar dos viajantes foi um sucesso. Eu fiz a entrada de atum tataki com molho oriental e preparei os Aperol Spritz de aperitivo. O Mike fez um pernil de cordeiro assado no forno à lenha, o Edu fez um risoto com ricota defumada e rúcula e o Fred preparou um trio de sobremesas com bolo de baunilha com calda de limão, brigadeiro de colher e a Taça Caipira, especialidade da família, tipo um tiramisù bem brasileiro. O Eymard e a Lourdes trouxeram os vinhos, super bem escolhidos, do espumante para o Aperol Spritz ao tinto do jantar. A Dé, fotógrafa oficial do DCPV, tirou lindas fotos, que inclusive ilustram este post. Valeu Dé :-)

Se quiser saber mais sobre como foi este jantar, está tudo aqui explicadinho neste post bacana do Edu.

O ‘tataki’ é uma preparação típica da cozinha japonesa, na qual o filé de peixe ou carne é selado por fora e mantido mal-passado por dentro. Depois de selado, o peixe pode ser envolto em ervas, pimenta-do-reino moída ou gergelim e é normalmente servido com um molho cítrico ou de gengibre.  Neste caso, o ‘tataki’ de atum foi servido com um molho que chamei de oriental, uma receita adaptada deste livro que eu adoro.

Receitinha muito bacana para impressionar, pois é bem fácil de preparar ;-) Dá pra fazer tudo antes, deixar o molho pronto e o atum já selado. Na hora, é só fatiar e cobrir com o molho. Leve, pouco calórica, nutritiva e linda né?

fotos Débora Luz

Atum tataki com molho oriental
(adaptada deste livro)

um lombo de atum (cerca de 500 g)
azeite para untar o peixe
gergelim preto e branco para envolver o peixe
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes e bem picadinha
1/2 xíc (chá) de cebolinha verde picada
1 col (sopa) de gengibre fresco ralado na hora
suco de um limão
1 col (sopa) de azeite
1/2 xíc (chá) de shoyu (molho de soja)

Fazer primeiro o molho: em uma vasilha pequena, misturar a pimenta dedo-de-moça, a cebolinha, o gengibre, o suco de limão, o azeite e o shoyu.  Reservar.  Cortar as beiradas do lombo de atum para deixar o pedaço bem uniforme. Untar o lombo de atum com azeite. Em um prato fundo, misturar os dois tipo de gergelim, na mesma quantidade. Passar o lombo de atum neste gergelim, cobrindo-o por todos os lados. Levar ao fogo uma frigideira anti-aderente larga. Quando ela estiver quente, colocar o atum. Com uma pinça, virá-lo para que todos os lados fiquem em contato com o fundo da frigideira. Deixar um minuto de cada lado. Retirar o lombo de atum do fogo e fatiá-lo. Servir com o molho.

Na opinião da família, inclusive dos adolescentes gourmets :-P , o Mercado Central foi o melhor passeio em Belo Horizonte. Seguimos a dica da @atiepolo e ficamos em um hotel pertinho do Mercado, pelo que pudemos aproveita-lo bastante.

Pulamos o café do hotel e fomos todos os dias tomar o café da manhã dos campeões no Mercado, sempre firmes no tour-degustação-do-pão-de-queijo-e-do-bolo-de-fubá-com-cafezinho :-P Almoçamos um dia no Casa Cheia, sobre o qual já falei neste post. Fartei-me nas banquinhas de utilidades domésticas, aquelas banquinhas ‘de feira’ que vendem de tudo um pouco do que a gente precisa. Também aproveitamos o segundo andar do Mercado onde ficam as banquinhas de artesanato e os famigerados souvenirs.  E fizemos ótimas compras de comidinhas no Mercado. Foi o medo do excesso de bagagem no voo da volta que nos segurou um pouco. Da próxima vez vamos de carro, com o porta-malas cheio de isopores, certeza ;-)

A seguir, um apanhado das dicas do Rosmarino e da Ane Tiepolo para vocês.

Tomamos café da manhã no Dona Diva e gostamos bastante.  Mas nada superou o Comercial Sabiá, com seu pão de queijo fresquíssimo e puxa-puxa, seu bolo de fubá com queijo macio e saboroso e seu bolo de tangerina leve e perfumado. O café, um blend de dois tipos que eles mesmo comercializam, foi o mais gostoso da viagem. Não dá para perder. E vale a pena levar estes cafés para casa.

Almoçamos no Casa Cheia, sobre o qual já contei aqui. Imperdível. Se a casa estiver realmente muito cheia (perdão pelo trocadilho), ao menos petisque no Bar da Lora, corredor apertado e cheio mas que oferece uma cerveja geladíssima e pratos como o Não Acredito, composto de carne de sol, linguiça defumada, mandioca e requeijão, servidos com molho de seriguela, melaço de rapadura e farinha de pequi. Para quem gosta, a porção de fígado acebolado com jiló é um clássico do Mercado. A Ane foi e aprovou.

Difícil dizer onde estão as melhores lojas de doces e de farinhas, pois são várias espalhadas pelo Mercado. Vale a pena trazer fubá, farinha de milho e farinha de mandioca, da melhor qualidade. Nós trouxemos queijo da canastra e mistura de farinhas já pronta para fazer pão de queijo. E goiabada Zélia e doce de leite Viçosa. Trouxe também outros doces como de figo, de abóbora e de coco, tudo produção artesanal mesmo. O Ponto das Bebidas e a Cachaçaria Barroca têm boas marcas de cachaças, como a Anísio Santiago e a Canarinha, entre outras boas. Dica da Ane também.

A Ane encontrou as melhores panelas de ferro na Crisbele. Vários modelos e tamanhos e as melhores grelhas. Há uma oferta grande de panos de prato, produtos de palha e de couro, principalmente no segundo andar do Mercado. Meus filhos se deliciaram com uma loja bem na frente do Casa Cheia, onde vendiam-se chapéus de cowboy e cintos com medalhão. Até com um berrante nos voltamos para casa :-D

Vai um cafezinho com pão de queijo aí? :-P

foto Alexandre Costa

Fomos proibidos de fotografar dentro do Mercado Central de Belo Horizonte. Acredito que é uma regra recente, já que outros blogs têm muitas fotos do local, feitas de forma legítima. Porém, o Alexandre Costa,  que gentilmente cedeu a imagem acima do café com pão de queijo, tem este post muito bacana do Mercado Central de BH, onde dá as suas dicas de local e posta fotos belíssimas do lugar. Não percam!

Infelizmente este post não tem aquelas fotos babantes de comidas :-) No Mercado Central de Belo Horizonte é proibido fotografar. Respeitamos a regra. Nos outros locais, curtimos tanto a noite que pouco pensei em tirar boas fotografias. Shame on me blogueira!  Mas às vezes não tenho mesmo vontade de fotografar com grandes produções durante a refeição, quero é curtir os sabores. É por isto que este blog é amador, né gente? ;-)
Mas vamos ao que interessa.

Ir a Belo Horizonte e não botecar é pecado mortal. Afinal, a cidade é conhecida como a “capital nacional do boteco” e tem mais de 12.000 estabelecimentos do tipo. Os botecos da cidade são uma verdadeira instituição gastronômica e cultural e não é à toa que o festival Comida di Buteco nasceu em BH, no ano de 2000. Desde então os botecos de BH se esmeram em criar pratos e tira-gostos diferentes e saborosos a cada ano.

É claro que com pouco tempo disponível e com adolescentes não dá para fazer o circuito completo de botecos bacanas da cidade. Mas pelo menos um gostinho deu pra ter. Escolhemos dois botecos da lista super apetitosa que a @atiepolo me passou. Valeu a pena. Almoçamos um dia no Casa Cheia no Mercado Central e pegamos um final de tarde para ir ao Bar do Careca. O Bar do Zezé, o outro próximo da lista, infelizmente ficou de fora.

No último dia, já sentindo vontade de dar uma pausa no regabofe de comida mineira (nos fartamos dela!) e vendo que os meninos estavam cansados e sem vontade de sair do hotel, resolvemos curtir a noite a dois e mudar um pouco. Saímos da cerveja para o vinho e fomos beliscar no Oak Restaurante e Wine Bar. E BH foi assim, do roots ao glamour, de pé no chão e de salto alto, abrindo e fechando com chave de ouro.

Casa Cheia

O nome Casa Cheia não é à toa. Chegamos para almoçar às 12h em ponto e o lugar já estava lotado. Fomos os primeiros da fila de espera. Quando saímos, a fila estava gigantesca. O Casa Cheia fica espremido num canto do segundo andar do Mercado Central e é cheio, apertado e sem muito capricho. Mas o lugar é cheiroso, a comida é divina, o atendimento  eficiente e os preços excelentes. A cozinha fica à vista e é bacana olhar seu movimento. É a melhor opção para almoçar no Mercado. Infelizmente faltou coragem na galera para provar o famoso tira-gosto do Mercado, o fígado acebolado com jiló, mas provamos três pratos, dos quais dois já tinham sido premiados em edições anteriores do festival Comida di Buteco. O Mexidoido Chapado, um mexido de arroz e feijão com picanha, lombo defumado, linguiça caseira, bacon, legumes e um ovo de codorna frito coroado por uma pimenta biquinho estava uma delícia. Outro prato que adoramos foi um cozido de cordeiro, no qual o cordeiro é marinado com vinho e temperos e cozido junto com costelinha suína, linguiça e legumes, servido com arroz com brócolis e batatas-fritas. Tudo delicioso, dos pratos à cerveja bem geladinha.

Bar do Careca

Pé-sujo cheio de charme, com suas paredes descascadas, chão rachado, mesinhas com toalha de plástico, mas com a comida mais cheirosa e com o dono de coração mais quente da cidade. O Careca veio à mesa conversar e contar seus causos. Está sempre lá e é ele que praticamente  faz toda a comida do lugar. Acorda cedíssimo e começa a preparar o mis-en-place, coloca as carnes para assar, os peixes para grelhar, os ensopados para ferver. Sua comida é uma delícia mesmo. Feijão tropeiro temperadinho, carne de panela untuosa, um lombinho com jiló que até os filhos provaram. Com direito a um bolinho de bacalhau sequinho e perfumado de entrada e uma cerveja Original para acompanhar. O Careca, com toda sua simpatia, nos deu a receita da sua geleia de pimenta que casava maravilhosamente bem com o lombinho com jiló. E ainda de lambuja nos presenteou com um pouco do seu tempero especial, preparado por ele todos os dias e que leva cebola, alho, gengibre e ervas. Uma noite gostosa na qual acalentamos o estômago e a alma com a hospitalidade mineira.

 Oak Restaurante e Wine Bar

Continuamos brindados pela simpatia e hospitalidade mineira neste wine bar/restaurante. Lugar muito gostoso, com mesas na varanda de frente pra a rua, decoração moderna e aconchegante, música e iluminação na medida certa. O sommelier, muito atencioso, veio nos recomendar suas escolhas de vinho branco e vinho tinto. Tomamos o primeiro com um trio de canapezinhos de salmão defumado e salmão tartar. O tinto foi acompanhado de canapés de carpaccio, saborosos e delicados. Por fim, uma amostra de cinco sabores de brigadeiros de colher, numa apresentação bonita e gostosa. Foi o suficiente para fechar a noite depois de um lauto almoço de comida mineira de raiz :-)

 

Muito já se falou sobre Inhotim. Assim, quem quiser relatos detalhados das alternativas de transporte e de opções para se hospedar durante este passeio, sugiro dar uma lida neste post do Viaje na Viagem. Aqui vou dar minhas dicas de como aproveitar melhor o passeio com estes viajantes curiosos, incansáveis e que vivem em busca de aventuras: os filhos adolescentes.

Quando ir?

Inhotim é um museu ao ar livre, logo a gente se locomove a pé por todo o parque, mesmo aproveitando o transporte nos ‘carrinhos de golf’ em alguns trechos. Claro que no verão fica mais difícil e sofrido caminhar no calor. O ideal é ir entre os meses de março e outubro.

Quanto tempo ficar?

Como já disse neste post, acho que um dia de Inhotim com adolescentes é suficiente. Eles têm energia para andar e ver tudo, não param quietos, passam rapidamente por aquilo que não chama sua atenção e ficam mais tempo em algumas obras somente. Não querem parar para fazer um lauto almoço e preferem mesmo um cachorro-quente ou uma pizza. Também não fazem o tipo contemplativo de jardins e pássaros :-D Assim, por mais que eles gostem, a novidade se esgota em um dia mesmo.

Onde ficar?

Até porque optamos por ficar um dia apenas em Inhotim, achamos melhor nos hospedarmos em Belo Horizonte. Em BH há uma oferta muito  maior de hotéis com bom custo-benefício. A hospedagem perto do parque é mais cara e mais precária. Vale a pena mesmo para quem está fazendo um passeio mais preguiçoso, curtindo o campo. Ou pra quem está vindo de outra cidade, como por exemplo de Tiradentes,  e vai fazer uma parada no caminho em Inhotim antes de seguir para Belo Horizonte. Os meus adolescentes curtiram muito ficar em BH e visitar o Mineirão, os museus, o Mercado Central. Não nos arrependemos da decisão.

Como ir?

Com mais gente (éramos quatro) acaba valendo a pena alugar um carro para ir a Inhotim. De carro são 60 km e levamos cerca de uma hora para ir e uma hora para voltar. No site do Instituto Inhotim há um mapa explicando como chegar e suas instruções funcionam direitinho. O caminho pela BR381 é o mais rápido e a estrada é boa. Mesmo o trecho sem asfalto já perto do parque não oferece grandes complicações. No local há um amplo estacionamento.

O que vestir e o que levar?

É fundamental usar um sapato confortável. A gente anda o dia inteiro, mesmo! É bom levar um chapéu ou boné, óculos escuros, muito filtro solar e, para os mais sensíveis, repelente de insetos.  E roupa de banho e toalha! Não vou dizer porque, é surpresa :-) O ideal é ter apenas uma mochila para o mais forte carregar nas costas os pertences de todos, incluindo chave do carro, documentos, carteira, filtro solar, repelente, garrafinha de água, máquina fotográfica, toalha, etc. Se tiver previsão de chuva é bom levar capa de chuva para os adolescentes e guarda-chuva portátil e levinho para os adultos. Mas se a previsão não falar em chuva não se preocupe, porque em Inhotim há guarda-chuvas para empréstimo em todas as galerias, que servem muito bem para uma emergência.

O que e onde comer?

Há restaurantes muito gostosos em Inhotim, porém, seguindo a vontade dos meninos e com a agenda apertada, optamos por um almoço rápido de pizza no meio do caminho. A pizza e o cachorro-quente são gostosos e os locais com mesinhas simples são agradáveis. Lembrem-se que optar por um dos restaurantes significa voltar, às vezes de longe, usando o carrinho ou caminhando, o que pode atrasar bastante o passeio de apenas um dia.

Como visitar o parque?

O parque é para ser visitado a pé, mas como o local é bem amplo e há um trecho de subida, há a possibilidade de pagar para usar o transporte em ‘carrinhos de golf’ (carros elétricos abertos) em alguns trechos apenas. Pelos caminhos estão galerias fechadas que contêm uma ou mais salas/obras e também obras ao ar livre. Há lindos jardins, sempre com bancos ou mesas com cadeiras para descanso. O ideal é pegar o mapa do local e seguir as trilhas uma de cada vez, curtindo o que há pelo caminho. Há banheiros e lanchonetes por todo o parque.

Para otimizar nossa visita compramos os ingressos pela internet, já com o transporte nos ‘carrinhos de golf’ incluído. Chegamos ao parque na hora da abertura, às 9h30, e saímos às 17h, meia hora antes do fechamento. Para quem vai ficar só um dia no parque, é fundamental: a) chegar cedo e b) comprar o direito de usar o transporte do parque para chegar mais rapidamente nas obras mais afastadas.

Afinal, o que ver em Inhotim?

Quando resolvemos ir a Inhotim, seguimos o conselho de familiares e amigos e não pesquisamos nada sobre o acervo do parque. No máximo alguma coisa sobre a criação de Inhotim, a origem do nome, etc.  E valeu a pena! Acredito que as surpresas são essenciais para dar um colorido à visita ao parque, especialmente com adolescentes curiosos e que buscam experiências surpreendentes :-)  Se quiser mesmo saber mais, os blogs ViaggiandoVambora! e Turomaquia dão informações detalhadas sobre as obras que compõem o acervo.

Mesmo sendo a favor das surpresas, é interessante destacar por alto aquilo que  agradou mais e o que agradou menos os adolescentes. Na opinião dos meninos, não dá para perder as galerias do Doug Aitken, da Mata (eles adoraram a última sala de vidro e o filme que mostra as línguas já extintas ou em extinção), a  Cildo Meirelles, a Valeska Soares, a galeria da Praça e a preferida de todas, a Cosmococa. Também curtiram muito o jardim e a piscina de alfabeto da Marilá Dardot e o telescópio da Dominique Gonzalez-Foerster. A área do lago atrás da Recepção foi deixada por último e considerada pelos meninos o trecho mais sem graça. A galeria do Miguel Rio Branco, é sempre bom lembrar, é imprópria para crianças.

Mais não digo porque as experiências dos adolescentes,  assim como dos adultos e até das crianças, varia muito. Melhor não estragar as surpresas. Vá sem preconceito, explore tudo e aproveite muito :-D

 

 

Bolar uma viagem com crianças é relativamente fácil, já que os pequenos em último caso acabam fazendo o que os pais querem. Com adolescentes a coisa muda de figura. Primeiro porque eles pesquisam sobre os locais e têm vontade própria, que precisa ser respeitada. E segundo porque nesta idade (lembram?) os amigos são tudo na vida. Ou seja, bolar uma viagem em família – sem os amigos! – para adolescentes requer mais desafios. Mas com um pouco de planejamento em conjunto é possível fazer viagens bacanas, que acabam sendo oportunidades incríveis para os pais de adolescentes curtirem seus filhos. A gente passeia junto, almoça e janta junto, sempre pensando no interesse de todos. E no fim damos boas risadas e eles curtem muito os passeios :-)

Em 2012 fizemos esta viagem à Espanha, na qual pela primeira vez os meninos puderam exercer sua independência e se virar nos passeios, além de palpitarem nos roteiros. Foi uma viagem muito boa.

E fazia tempo que não saíamos todos juntos, por uma série de motivos, principalmente por conta da mudança para São Paulo no final do ano. Enfim, resolvemos pegar o feriado da Páscoa e embarcar para Belo Horizonte, onde aproveitamos para fazer um pit stop em Inhotim.

Em Belo Horizonte

Belo Horizonte foi uma boa surpresa. Aproveitamos muito o Mercado Central, que ficava a uma distância curta do hotel,  e os meninos adoraram provar as comidas, ver os bichos e sapear pelas lojas de artesanato no piso superior do Mercado. Além dos doces, cafés, pimentas e queijos, até com um berrante nós voltamos na mala :-P

Na Praça da Liberdade fizemos dois passeios muito interessantes, uma dobradinha de museus, o Memorial Minas Vale e o Museu das Minas e do Metal. Cada um a sua maneira, os dois museus valeram muito.

Fechamos BH com um passeio que não pode faltar na família: uma visita ao estádio do Mineirão, que foi recentemente reformado.

O Memorial Minas Vale

Eles curtiram muito o Memorial, onde cada sala aborda de forma diferente uma temática da história e da cultura de Minas Gerais. Esta forma de exposição é ótima para manter o interesse deles. Assim, há desde uma sala que conta em vídeos a trajetória da construção das estradas no estado de Minas Gerais até uma caverna, passando por uma maquete de uma vila mineira, pelos bonecos do Giramundo e por uma réplica da Casa da Ópera de Vila Rica. É muito gostoso ver que cada filho se empolga com algo diferente, de acordo com a idade, o momento de vida e a personalidade deles. Surpreendi-me com o interesse do meu filho de 14 anos pela história do escritor Guimarães Rosa, contada em vídeo pela filha dele, na sala A Família Mineira.  Eu também adorei este depoimento, de emocionar. O filho menor gostou do filme na sala das Vilas Mineiras e da Minas Rupestre, onde dá para brincar com as luzes dentro de uma caverna.

Se você quiser conhecer o Memorial em mais detalhes, a Camila do Viaggiando fez um post bem completo sobre ele, aqui.

O Museu das Minas e do Metal

Em seguida fomos ao Museu das Minas e do Metal. Muito bem cuidado, este museu tem tanto exposições como atividades interativas.  Eles adoraram o jogo de trading de commodities agrícolas, no qual era possível comprar e vender boi, algodão, açúcar, feijão, milho e outros, viajando pelos anos deste século e do século passado, de modo a comprar barato e vender caro e assim ganhar mais moedas de ouro. O Bruno está estudando os elementos químicos na escola e adorou o jogo da Tabela Periódica, no qual era possível  ’arrastar’ elementos para observar aqueles que reagiam entre si, formando compostos químicos. O Theo se encantou com o Chão de Estrelas, um ‘telescópio ao contrário’ que mostra as pedras do chão ampliadas, bem como a coleção de pedras do geólogo Djalma Guimarães.

Espaço TIM de Conhecimento

Outro lugar bacana para crianças e adolescentes, que fica próximo ao Memorial Minas Vale e ao Museu das Minas e do Metal é o Espaço TIM de Conhecimento. Não tivemos tempo de ir, mas caso alguém se interesse em visitar, o Viaggiando conta a respeito dele aqui.

O Mineirão

O Mineirão, ou melhor dizendo o Estádio Governador Magalhães Pinto, foi o último passeio de Belo Horizonte. Nele há um pequeno museu do futebol –  desapontador para quem conhece o Museu do Futebol em São Paulo –  mas que vale se acompanhado da visita ao estádio do Mineirão, onde dá para bater uma bolinha rápida na sala de aquecimento, ver os vestiários e banheiros recém-reformados e sentar na tribuna e nos camarotes para ver o gramado. Mas, atenção: a visita guiada aos finais de semana vai só até às 13 horas e os ingressos se esgotam rapidamente. É bom chegar cedo para evitar filas e não perder o passeio. No feriado da Páscoa enfrentamos uma fila enorme e uma muvuca no local, mas os funcionários garantiram que a confusão era provisória, por conta da reforma das bilheterias que estava para terminar. Mas é bom se garantir.

O passeio em Inhotim

Nós passamos um dia em Inhotim, fazendo um bate e volta de Belo Horizonte. De carro, a viagem dura uma hora. Diria que para adolescentes um dia de passeio é a conta certa. Eles têm energia para andar o parque todo, não cansam, não querem sentar para almoçar por horas e não fazem o tipo contemplativo de jardins :-) Nós chegamos no parque na hora da abertura, por volta das 9h30, já com ingressos e transporte comprados pela internet. Usamos o carrinho de golfe para ir aos locais mais distantes e o restante fizemos a pé. Deu pra ver tudo. É claro que Inhotim está cada vez maior, ouvi lá que eles pretendem abrir uma galeria nova a cada dois meses, mas o atual número de galerias e obras está de bom tamanho para um dia de passeio com pré-adolescentes e adolescentes.

Aqui também é muito gostoso ver como cada um curtiu da sua maneira. O Bruno adorou a galeira Mata, onde o Theo ficou vários minutos sentado (não queria ir embora!) escutando as línguas extintas ou em risco de extinção. Os dois gostaram bastante da Cosmococa, eu adorei as instalações “sonoras”, enfim, é uma delícia passear e trocar estas experiências com eles :-)

 

Nas próximas semanas contarei mais do Mercado Central e  de Inhotim, dando mais detalhes de como fazer uma visita mais produtiva a estes locais. Até lá :-D

 OBS. As fotos foram tiradas sem flash por imposição dos locais visitados, razão da nitidez prejudicada.

 

Para quem não deixava passar uma semana sem post novo, ando muito relapsa. As férias de um mês de blog, que costumo tirar no final do ano, estenderam-se por mais de dois meses. Mas há motivo.

As novidades constantes da cidade de São Paulo, para onde nos mudamos no início de dezembro passado, assim como o maior contato com a família e os amigos daqui andam drenando minha energia – de forma positiva :-)

Estamos muito felizes por voltar para casa. E quando nos perguntam se já cansamos do trânsito, da violência e das enchentes, dizemos que ainda não cansamos da família, dos amigos, dos ótimos cinemas, dos restaurantes e botecos diferentes, de passear pela Liberdade e pela Paulista, de visitar as feirinhas de artesanato e comida, de sapear pelas livrarias, de andar a pé pelo nosso bairro. Meu carrinho de feira novo tem aumentado sua quilometragem dia a dia.

Enfim, a volta ao blog é com uma receita tão simples, saudável e gostosa que quis reparti-la com os leitores. A ideia surgiu de uma conversa entre duas amigas no Twitter.  A @zelblog postou um vídeo de um molho de espinafre com modus operandi diferente do bom e velho ‘espinafre cozido e batidinho’ que uso. As folhas de espinafre cru são colocadas diretamente na panela e ficam lá até murcharem. Bem prático. Adaptei minha receita a este modus operandi diferente e acrescentei o coentro, novidade que vi no mesmo vídeo. A receita original usa queijo de cabra, aqui em casa fiz com ricota pois o queijo de cabra não agrada a todos. Façam. Fica uma delícia!

Massa com molho de ricota, espinafre e ervas

250 g de massa
1 xíc (chá) de ricota amassada com garfo (bem apertada na xícara)
4 col (sopa) de iogurte natural
4 col (sopa) de suco de limão
2 col (chá) de melado de cana
4 col (sopa) de salsinha bem picada
1 col (chá) de sal
4 xíc (chá) de folhas de espinafre (apertadas na xícara)
2 col (sopa) de coentro bem picado
queijo parmesão para polvilhar a gosto

Ponha a massa para cozinhar enquanto prepara o molho. Em seguida coloque numa panela funda a ricota, o iogurte, o suco de limão, o melado, a salsinha e o sal. Ligue o fogo e mexa até derreter e misturar. Diminua o fogo um pouco e acrescente o espinafre. Não se assuste com a quantidade, ele vai murchar! Mexa sempre até o espinafre murchar, desligue o fogo, acrescente o coentro e misture bem. Pronto! Escorra a massa, misture ao molho e polvilhe o parmesão. Delícia :-P

Sou simplesmente enlouquecida por polvo. E sempre que há polvo no menu considero seriamente pedi-lo. Já comi pratos com polvo excelentes em São Paulo. Acredito que os melhores tenham sido no Chou, no Sal Gastronomia e no Epice. Também comi um bom polvo no Adega Santiago. Mas foi em Portugal, em Óbidos, que comi um polvo a lagareiro inesquecível. Não tem jeito: faz parte da magia de um bom prato – assim como de um bom vinho – o lugar onde os provamos.

Tudo isto para contar que num sábado de preguiça, antecipando nossa volta definitiva a São Paulo, fizemos um almoço de família onde o prato principal foi este risoto de polvo. Adaptado de uma receita de arroz de polvo dada pela Helena M., amiga da minha mãe. O legal desta receita é que ela é relativamente descomplicada. Mexer com polvo não é fácil, há cozinheiros que têm seus truques, mas nem sempre os cozinheiros de final de semana como eu conseguem por em prática alguns dos macetes. Esta receita qualquer um pode fazer, não têm muito mistério e fica muito gostosa. E vamos a ela :-)

Risoto de polvo

1 polvo de aproximadamente 2 kg
1 1/2 xícara (chá) de vinho tinto
2 folhas de louro
2 cebolas grandes
2 colheres (sopa) de azeite
1/2 xícara (chá) de vinho branco
1 xícara (chá) de arroz arborio
4 tomates sem pele e sem sementes
1 xícara (chá) de ervilhas congeladas
1/2 pimenta dedo-de-moça picada bem fininho e sem as sementes
1 a 2 colheres (chá) de sal
1 a 2 colheres (sopa) de manteiga sem sal

Compre um polvo congelado, já limpo e sem a cabeça.  Coloque-o em uma panela de pressão com o vinho tinto, uma cebola cortada ao meio e as folhas de louro. Deixe o polvo cozinhar por 10 minutos depois que iniciar a fervura. Desligue o fogo e espere 20 minutos antes de abrir a panela. Retire o polvo, espere esfriar um pouco, passe na água corrente e corte-o em pedaços da largura de um dedo. Retire a cebola e o louro e reserve o líquido do cozimento. Isto pode ser feito com certa antecedência e deixar só o preparo do risoto para a hora de comer.

Coloque o líquido do cozimento para ferver. Deixe em fogo bem baixo para não esfriar. Numa panela colocar o azeite e refogar uma cebola bem picadinha. Juntar o arroz arborio, mexer por um minuto e colocar o vinho branco. Deixar e vaporar. Abaixar o fogo e cozinhar o arroz, sem parar de mexer, colocando aos poucos o líquido quente. Se precisar, juntar um pouco de água fervente até o arroz ficar cozido. Faltando alguns minutos para isto juntar os tomates, a ervilha e o sal. Assim que o arroz estiver pronto, juntar o polvo e a pimenta dedo-de-moça. Misturar delicadamente, desligar o fogo e juntar a manteiga. Mexer mais um pouco e servir.

Em tempo: o Rosmarino agora entra em férias, merecido descanso depois da mudança. Voltaremos à programação normal no ano que vem.  Boas festas a todos!

Como muitos dos nossos leitores já sabem, após cinco anos morando em Ribeirão Preto estamos voltando para São Paulo no final do ano.  Uma nova fase, com novos desafios da cidade grande com seu trânsito, poluição, maior violência. Mas também com grandes compensações, como a proximidade da família e de muitos dos antigos amigos.

Enfim, nesta toada me dei conta outro dia de que não escrevi sequer um post sobre Ribeirão Preto.  Resolvi então corrigir esta lacuna e me despedir desta cidade contando sobre aquilo que achei mais gostoso por aqui. O meu melhor de Ribeirão Preto, do pão à pizza, ou ao chocolate :-D Aproveitem.

MELHOR BOLO SIMPLES

Basta entrar numa Casa de Bolos e o aroma dos bolos recém-assados já deixa qualquer um com água na boca. O lugar é muito simples, mas não tem ‘bolinho de vó’ mais fresquinho e gostoso na cidade do que os da Casa de Bolos. A qualquer hora do dia tem sempre um bolo quentinho acabado de sair do forno para deliciar a gente. Desde os bolos simples, como de laranja, de fubá, de cenoura coberto de chocolate; até as especialidades da casa como o bolo Luís Felipe e o delicioso bolo de banana com uva passa, um dos meus prediletos. Preço bom e justo. Na rua Chile 1421, no Jardim irajá (e mais dois endereços no Centro e na Av. da Saudade).

MELHOR BOLO DE FESTA

Para mim não tem bolo mais gostoso para comemorar uma ocasião especial do que o bolo mousse de chocolate da Iceland. A massa é leve, o recheio é substancioso sem ser pesado e ele é doce na medida certa, o que é raro no mundo dos bolos com muitos recheios e coberturas. Não é à toa que é o carro-chefe da casa e seu bolo mais vendido. Mas tem outros muito gostosos, como o Brigadeiro Chic, o Sem Preconceito e o bolo de Nozes com Baba de Moça. Preço super justo pela qualidade. E dá para facilitar a vida encomendando pelo telefone. Na avenida Nove de Julho 1614, no Jardim América.

MELHOR DOCE

O campeão neste quesito é uma tradição na cidade: os mousses leves, aerados e deliciosos da Mousse Cake. Carro-chefe da casa, que começou como doceria e hoje oferece um extenso cardápio de pratos salgados e algumas sobremesas, os mousses ainda são o que há de melhor lá. Antigamente havia a opção de pedir a “degustação de mousses”, que vinha em cinco ou seis potinhos, de sabores variados. Não sei porque tiraram a opção do cardápio. É possível pedir uma porção inteira (enorme, que dá para duas pessoas) ou meia-porção, ideal. Meus preferidos são o mousse de chocolate branco com gotas de chocolate ao leite e o de chocolate ao leite com amêndoas ou com damascos. Na rua João Penteado 1481, no Jardim América (e outros quatro endereços na cidade).

MELHOR CHOCOLATE

Para quem não mora na cidade pode até parecer estranho que os chocolates ganhem uma categoria só para eles. Mas Ribeirão Preto, mesmo com o calor escaldante que faz aqui, tem uma tradição de chocolaterias gourmet. Entre elas a Desejo & Sabor e a Le Sofiah, que têm uma boa variedade de docinhos e chocolates. Mas ainda é a Le Bonbon que figura no topo da lista dos melhores chocolates da cidade. Um dos mais famosos é o Igloo, bombom de chocolate ao leite com recheio de marshmellow. Meu predileto é o Carré D’Abricot, um pãozinho de mel com especiarias e recheio de geleia de damascos, coberto com um mix de chocolates. Na rua João Penteado 2560, no Jardim América.

MELHOR SUCO

Gosto dos sucos da Laranjalima no Shopping Ribeirão, mas não batem para mim os sucos super gostosos e no tamanho ideal (500 ml) para matar a sede da casa de sucos de origem paulistana Suco Bagaço, que tem uma unidade dentro do Novo Shopping. Não é à toa que há sempre filas, o suco feito na hora é fresquíssimo e muito bom. Experimente o de abacaxi com gengibre e laranja, meu preferido.

MELHOR SALGADO

Não há nada muito sofisticado ou diferente neste quesito na cidade. As salgaderias são simples, tradicionais e sem grandes salamaleques. Mas ainda acho que a melhor delas é a Castro Salgaderia, que têm salgados quentinhos a qualquer hora e que ainda oferece por encomenda mini salgadinhos, de boa qualidade e bom preço. Meus filhos adoram o enroladinho de salsicha, a coxinha e a bolinha de queijo. Para um lanche rápido ou para encomendar para uma festa, não tem erro. Na rua Bernardino de Campos 734, no Centro (e em outros endereços).

MELHOR SANDUÍCHE

Gosto muito dos sanduíches caprichados e com ingredientes de boa qualidade do Serjão Lanches. Os meus preferidos são os baurus com picanha, alcatra ou baby beef, mas gosto também dos beirutes. Para quem não fica sem um bom hambúrguer, prove o barbecue burger. O lugar é despojado mas confortável e o atendimento atencioso. Na avenida João Fiúsa 1297, no Sumaré.

MELHOR PÃO

Esta é uma categoria bem difícil. Não consegui eleger uma única padaria, já que várias das que frequento têm suas especialidades e delícias. Se for para escolher apenas uma, ficaria com a Villa Padoca (rua Thomaz Nogueira Gaia 1174, no Jardim Irajá) pelo ‘conjunto da obra’.  Há uma variedade grande de pães e muitos deles são gostosos, como o levíssimo pão de azeite, o denso e saboroso pão de campanha e outros como o pão de cenoura, o pão francês integral. Mas não posso deixar de  fazer uma menção honrosa à City Pão, que faz disparada a melhor chipa de Ribeirão Preto.  A City Pão tem também um bom pão francês e um pãozinho de nozes e passas que me agrada. E, por fim mas não em último lugar, o pão francês mais consumido aqui em casa, sempre fresquinho e gostoso, da Irajá Frios.

MELHOR PIZZARIA

Para mim nenhuma pizza da cidade bate a da Famosa Pizza, que inclusive já deixou muitos de nossos amigos paulistanos de queixo caído. O ambiente é gostoso, o serviço atencioso e a pizza muito caprichada, feita com ingredientes de qualidade em combinações bem saborosas. Para os que não ficam sem calabresa, a pizza Estrela (ou Madonna) é muito boa. Minha preferida é a Ousada (ou Carmem Miranda), que leva berinjela e pimentão assado e marinado e azeitonas pretas.  Na avenida Wladimir Meirelles Ferreira 1466, no Jardim Botânico.

MELHOR JAPONÊS

O mais tradicional e dos mais antigos – se não for o mais – restaurante japonês de Ribeirão Preto, o Mirai é imbatível. Mesmo longe de São Paulo e do litoral, o peixe é fresco e de qualidade e até as ostras frescas chegam por lá, todas as terças-feiras. Há pratos clássicos e alguns diferentes e interessantes. Se você curte as novidades, peça o Combinado do Chefe, sempre com combinações criativas e gostosas.  O lugar é tranquilo e agradável e o serviço atencioso. Na rua Ondibecte Silveira 293, no Jardim Macedo (e em outros dois endereços nos shoppings Ribeirão e Novo Shopping).

MELHOR ÁRABE

Este é um dos segredos bem guardados da cidade. Há outros lugares que servem e vendem delícias da cozinha árabe em Ribeirão Preto, mas nenhum com a qualidade da Casa Salim. Desde as deliciosas esfihas folhadas e as abobrinhas em tiras marinadas até os pratos de frango e cordeiro, supimpas mesmo. O lugar é acanhado, pequeno e apertado, mas as donas estão sempre lá e a qualidade dos ingredientes utilizados e da comida é imbatível, tanto para um almoço durante a semana como para levar para casa. Na rua Pedro Merino 220, no Jardim Irajá.

MELHOR CHURRASCARIA

A churrascaria-rodízio Coxilha dos Pampas tem muitos fás na cidade, mas eu ainda prefiro o Ancho. Lugar bonito, com decoração charmosa, carnes super selecionadas e bons acompanhamentos. A carta de vinhos é  completa e oferece boas alternativas. Para um almoço de final de semana e para jantar também. Na avenida João Fiúsa 2040, no Jardim Canadá.

MELHOR RESTAURANTE

A ideia inicial era eleger a melhor massa da cidade. Mas não acredito que há em Ribeirão Preto um restaurante de massas ou um prato de massa que seja realmente imperdível. Tem gente que vai protestar e vai mencionar a Gondola do restaurante La Cucina de Tullio Santini. Vale mais pela fama do que pelo sabor. Se você é curioso, prove  :-) Ou fique nos antipastos, uma boa opção por lá. Porém, se for para eleger um restaurante apenas na cidade, fico com o Flor de Sal Bistrô, o mais completo no conjunto de quesitos boa comida, boa oferta de bebidas, bom serviço, bom ambiente e preço justo. Na rua Floriano Peixoto 1463, no Boulevard.

MELHOR ALMOÇO RÁPIDO

Meu almoço rápido preferido na cidade nasceu, curiosamente, como um anexo dentro de uma loja de presentes. O Mabruk tem poucas mesas e um menu enxuto de especialidades árabes oferecidas em um buffet, no qual é tudo bem gostoso e caprichado. Na rua Cerqueira Cesar 1556, no Jardim Sumaré.

Por fim, uma menção honrosa a outro segredo da cidade do qual gosto: o Tokyo Restaurante, que serve comida japonesa e chinesa por quilo, boa e honesta. No Tokyo o ambiente não é dos mais simpáticos, com sua decoração kitsch, mesas um pouco apertadas e cadeiras um tanto desconfortáveis, mas vale a pena conhecê-lo pela variedade de pratos, muitos deles bem gostosos. Na avenida Nove de Julho 1194, no Boulevard.

Um agradecimento especial às amigas que me ajudaram a “desempatar” alguns quesitos: Daniela M. , Marcia S., Claudia M., Marcia T., Carla C. da S. e Elisa C. :-D

 

 

ESTUDO DO CASO

Diálogo 1, no raio-X da Polícia Federal, Aeroporto de Ribeirão Preto:

” – Tem bolas nestas sacolas?

- Tem sim, bolas de futebol, presentes de Natal para meus afilhados da Creche e Núcleo Sócio Educativo Cantinho da Criança…

- Mas não pode embarcar na TAM com a bola cheia, tem que murchar… se fosse outra companhia, a Gol, aí poderia… Você tem que voltar lá no check-in da TAM para eles murcharem as bolas…”

Diálogo 2, balcão de check-in da TAM, Aeroporto de Ribeirão Preto:

” – Boa tarde, estava embarcando e a policial me mandou voltar aqui para murchar estas bolas, pois a TAM não permite embarcar no avião com as bolas cheias. É isto mesmo?

- Sim, não pode. Você tem que despachá-las.

- Mas não é só murchar? E onde está escrita esta regra que eu nunca soube dela??

- São ordens da companhia, minha senhora. Eu não sei murchar bolas, a senhora sabe?

- Não sei, mas na verdade não importa, eu sou totalmente a favor de seguir regras, mas queria saber onde está a regra! Aqui no folheto que fica no check-in não está escrito nada sobre bolas!

- Mas são ordens da companhia, minha senhora, e se a senhora não despachar as bolas AGORA, VAI PERDER O VOO (com a cara já bem fechada).

-… despacha, então. Obrigada, mas queria deixar registrado meu protesto, pois é preciso que as diretrizes sobre o que pode ou não embarcar com o passageiro dentro do avião sejam mais claras!”

(E fui embora, lógico, porque nosso direito e vontade de reclamar estão infelizmente limitados pela conveniência da nossa viagem…)

Diálogo 3, dentro do avião da TAM, de Ribeirão Preto para São Paulo:

” – Desculpe, com licença, meu lugar é aí na janela, é que estou atrasada, mas tive um probleminha para embarcar com bolas de futebol…

- Ah, meu filho teve um problema para embarcar com a raquete de tênis! Viemos do Rio de Janeiro e lá ele pode embarcar com ela, mas agora de Ribeirão Preto a São Paulo, teve que despachá-la na última hora!”

Ou seja, como vocês podem perceber, esta questão do que pode ou não pode embarcar com o passageiro dentro do avião é uma nuvem cinza de regras reais/inventadas/abusadas pelos mais diversos funcionários das companhias aéreas e do setor de raio-X da Polícia Federal. Nestas, o passageiro fica perdido, sem saber muitas vezes como agir e, em alguns casos, sem o final “feliz” como foi o meu nesta viagem.

AS REGRAS

Conforme regulamentação da IATA ( International Air Transport Association), em linhas gerais, não podem ser transportados como bagagem de mão:

  • líquidos e sólidos inflamáveis – inclusive combustíveis, tintas, solventes, fósforos e isqueiros – é permitida uma unidade de isqueiro, que deverá ser carregada junto ao passageiro);
  • explosivos – inclusive munições e fogos de artifício;
  • corrosivos – inclusive baterias derramáveis, água sanitária, amônia, limpadores de fornos, limpadores multiuso, etc.;
  • radiativos;
  • venenosos, tóxicos ou substâncias infecciosas;
  • armas – inclusive armas de fogo, armas de caça, réplicas ou imitações perfeitas de armas, armas de”paintball”, armas de mergulho, espingarda de ar comprimido, pistola esportiva de partida, pistola de sinalização, dispositivo capaz de gerar corrente elétrica (dispositivo de choque);
  • gases comprimidos – inclusive aerossóis, butano, garrafas de oxigênio, garrafas de mergulho, garrafas de gás para campismo, etc.;
  • objetos cortantes ou perfurantes – inclusive tesouras, facas, alicates, canivetes, garfos, estiletes e navalhas.
Quanto aos líquidos em geral, as regras mais recentes são bem específicas e atendem as determinações da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI). Resumidamente, os líquidos (incluindo também géis, pastas, cremes e aerossóis) têm que ser transportados em frascos com quantidade igual ou inferior a 100 ml, em embalagem transparente e completamente vedada, com capacidade máxima de um litro ou 20 x 20 centímetros. A única exceção são as bebidas e perfumes lacrados e adquiridos depois do portão de embarque e da inspeção no raio-X da Polícia Federal.
NA PRÁTICA
Na hora do embarque, porém, a coisa complica um pouco. Pois além das regras terem que ser interpretadas por pessoas com cabeças e treinamentos diversos, as próprias companhias aéreas têm suas particularidades. A Aerolineas Argentinas, por exemplo, não deixa embarcar no avião com agulhas de tricô e lixas de unha de metal. A GOL  fala sobre material esportivo, mas é silente sobre raquetes de tênis e bolas de futebol e normalmente permite seu embarque.  Pelo telefone com a TAM, fui informada de que as bolsas de futebol não podem embarcar porque entram na categoria de “gases comprimidos”!
O QUE COSTUMA DAR PROBLEMA
  • BOLAS ESPORTIVAS CHEIAS. Assim como aconteceu comigo, mais gente já embarcou e já foi barrada com bolas de futebol cheias. Outras passaram batido. A Andrea Massei Rossi veio de Orlando para São Paulo com uma bola cheia e ninguém reclamou. A Renata Luppi passou com a bola cheia tranquilamente na inspeção do aeroporto de Miami, mas foi barrada na conexão em Manaus. Ou seja, melhor não arriscar e levá-las vazias mesmo.
  • BEBIDAS E PERFUMES ADQUIRIDOS NO FREE SHOP. Outro item que dá muito pano pra manga. Quando o destino é único, tudo bem. Mas quando é preciso desembarcar para pegar uma conexão, cada aeroporto tem suas próprias regras. Nas conexões domésticas dentro do Brasil é difícil dar algum problema. Via de regra o passageiro pode levar até 5 litros de bebida (em recipientes com capacidade de até 1 litro) com não mais que 70% de graduação alcoólica por volume e com lacre de fábrica. Mas é bom se informar antes quando se tratar de voos internacionais.  O Maurício Novaes contou que  viu funcionários do aeroporto de Joanesburgo jogarem no lixo garrafas de bebidas adquiridas por passageiros no Duty Free do Aeroporto de Cape Town, na conexão para voar de volta ao Brasil.
  • BENGALAS, MULETAS, ANDADORES E CADEIRAS DE RODA. Pela regra, devem ser transportadas obrigatoriamente na cabine de passageiros. Mas a regra também diz que poderão ser “transportadas no compartimento de bagagem da aeronave quando suas dimensões, ou as da aeronave, bem como os aspectos de segurança inviabilizarem seu transporte no interior da cabine de passageiros”. Ou seja, na prática a companhia faz o que quer.
  • OBJETOS QUE PODEM PARECER ARMAS. Este é o xis da questão das bagagens de mão, pois a interpretação do que pode ser usado como arma ou ferir é muito particular. Há diversas histórias, até engraçadas. A Luciana Godoy demorou para convencer o funcionário do aeroporto de Paris ~ este lugar tão gourmet ~ que seu porta-azeite de vidro e ponta de metal não era uma arma mortal. Mas outras pessoas não tiveram tanta sorte. A Sut-Mie Guibert teve que deixar para trás um garfinho de bebê, daqueles de pontas redondas; o Sandro Marques perdeu seu marcador de livros de metal, com ponta rombuda; a Sylvia Urquiza ficou sem uma pipa de bambu, a Carla Corrêa da Silva ficou sem um prendedor de cabelo de plástico, daqueles tipo “piranha” ou “bico de pato” e o Paulo Aguiar ganhou: apreenderam sua fita crepe, supostamente algum tipo de arma :-D Ou seja, neste quesito infelizmente o que vale é a “lua do funcionário”, como disse a Marcie :-)
ISTO PODE!
  • Mamadeiras e alimentos infantis industrializados (quando bebês e crianças estiverem viajando).
  • Medicamentos essenciais acompanhados de prescrição médica (deverá possuir o nome do passageiro para ser confrontado com o que consta no cartão de embarque).
  • Medicamentos essenciais que não necessitam de prescrição médica (colírio, solução fisiológica para lentes de contato, etc., desde que não excedam 120m1 ou 4oz).
  • - Insulina e líquidos (incluindo sucos especiais ou gel) para passageiros diabéticos acompanhados de prescrição médica desde que não excedam 148 ml (ou 5 oz).
  • Cosméticos sólidos (batons, protetor labial ou desodorante em bastão, etc.).
  • Aparelhos eletrônicos (laptop, câmera fotográfica, jogo portátil, celular, etc.).
 E pensar que eu sou do tempo em que todo voo que vinha da Bahia tinha uns 3 ou 4 berimbaus viajando junto com os passageiros :-)

Hoje inauguramos uma nova seção no Rosmarino e Outros Temperos, os Guias Úteis, que vão ajudar os leitores a enfrentar menos perrengues em suas viagens :-)  Começamos pelos remédios. Para  falar sobre isto, convidei uma profissional que entende muito do assunto, a enfermeira obstetriz especialista em saúde da família e saúde mental, Fernanda Papa de Campos. Com vocês, a palavra da Fernanda:

Chegou a hora da diversão, vamos viajar!

Entre os cuidados que devemos ter antes de embarcar está o preparo de uma boa necessaire de medicamentos que podem ser úteis durante nosso lazer, pois não são todos os lugares que vendem remédios sem receita médica ou que encontraremos uma farmácia por perto.

Primeira regra que gosto de lembrar sempre: não esqueça dos remédios que você faz uso contínuo, ou seja, aquele que você toma todos os dias e não pode ficar sem. Seja ele para a tireoide, pressão alta, depressão, diurético, artrite, enfim… seu organismo está “acostumado” e não pode de uma hora para outra ficar sem os chamados medicamentos de uso diário.

Vale uma observação importante: leve sempre junto aos medicamentos controlados, principalmente os de tarja preta, a cópia da receita médica (pode ser em português) e se for ficar muito tempo fora e tiver que levar uma quantidade maior, distribua entre as malas, tire das embalagens e leve receita médica compatível com o número de comprimidos que você está levando para que não vire uma dor de cabeça na sua viagem.

Antes da listinha básica gostaria de chamar atenção para algumas outras medidas preventivas antes de sair em férias:

  • vacine-se contra gripe, pois você estará  protegido em até 70% contra as principais gripes existentes mundo a fora. Lembre-se que deve ser vacinado um mês antes do embarque!
  • procure saber se para o destino que você irá é obrigatório alguma outra vacina como por exemplo a da febre amarela, se for vacine-se 15 dias antes e leve o comprovante com você. (O FAQ da Anvisa esclarece as dúvidas e dá mais orientações sobre como proceder no caso da exigência da vacina de febre amarela)
  • se você vai para uma região com muitos mosquitos, veja com seu médico se é indicado tomar vitamina B antes de embarcar, pois ajuda muito a não ser picada, é um excelente repelente!

Agora vamos a uma listinha básica de medicamentos que não podem faltar na sua necessaire, vou colocar por classe de medicamentos e não nomes comerciais, ok?

Procurem sempre orientação médica, pois SOMENTE o médico é capacitado para prescrever qualquer remédio!

Faça uso de medicamentos que você já tenha feito antes, não deixe para experimentar novos medicamentos em viagem, pois pode ser perigoso!

Vamos da cabeça aos pés!

  • Analgésico para dor de cabeça;
  • antitérmico para febre;
  • colírio para uso após banho de piscina e mar;
  • colírio para conjuntivite ( este precisa de receita médica, pois contém antibiótico);
  • gotas para o ouvido (este precisa de receita médica, pois contém antibiótico);
  • descongestionante nasal tópico;
  • remédio para afta se você tem propensão para ter, pois fora do Brasil não são vendidos sem prescrição médica;
  • antitussígeno (pode ser xarope ou gotas, as gotas são mais fáceis de carregar);
  • antibiótico (este precisa de receita médica), se for passar mais de 15 dias fora leve dois tipos, costumamos orientar a levar um que seja mais específico para doenças da cintura para cima ( problemas respiratórios) e outro da cintura para baixo (infecção urinária). Faça os cálculos para não faltar remédio e peça orientação ao seu médico de quais você deve levar;
  • antialérgico;
  • antiemético (contra enjôo);
  • relaxante muscular;
  • antiespasmódico ( para cólica intestinal e de estômago), fundamental em viagem, pois a alimentação é totalmente alterada;
  • antiácido e/ou remédio para dor de estômago;
  • antidiarreico se seu médico recomendar;
  • caixinha de Band Aid.

Devo levar pomadas? Lembre-se que pomadas podem abrir e melecar toda a mala, logo se tiver alguma de uso específico tudo bem, caso contrário você estará coberta com o arsenal acima.

Muitos acharão um exagero, mas antes prevenir do que atrapalhar uma viagem ou se desesperar em plenas férias!

Se precisar de algum outro medicamento fora desta imensa lista é porque a coisa ficou mais séria, logo lembrem-se de fazer seguro viagem… você pode precisar dar um pulinho no pronto socorro.

Como última lembrança: se for fazer uma necessaire para os filhos jovens não esqueça de colocar preservativos e se sua filha usa anticoncepcional, coloque uma cartela extra na necessaire.

Boa viagem a todos!

Enjoy!

Fernanda Papa de Campos, enfermeira obstetriz, especialista em saúde da família e saúde mental.

Proprietária da NANTU Ensino e Saúde (empresa de prevenção e promoção da saúde)

Tel para contato: (11) 9 9992.8500

email: nantuconsultoria@gmail.com

https://www.facebook.com/groups/nantuconsultoria/

 

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